terça-feira, 7 de agosto de 2012

Transgênicos: Como saber se um alimento o contém?

Os transgênicos estão em toda parte, em óleo vegetais(como soja, milho e algodão), em salgadinhos, sorvetes, até em mingaus para bebês. Aliás, você sabia que a canola é uma planta transgênica. Quais óleo podemos utilizar? Sugiro girassol e oliva, ressalvando que a oliva não deve ser aquecida em altas temperaturas senão satura e perde suas propriedades. Então como saber se um alimento contém alimento transgênico? O RÓTULO! Se o alimento contém mais de 1% de transgênicos tem um T PRETO num triângulo amarelo. Fácil, não é? Prefira alimentos orgânicos, de preferência certificados, e tenha boa saúde! Ab, Cláudio

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Colina:o que é isto?

Colina e suas funções metabólicas O neonato tem uma grande demanda de colina devido a seu rápido crescimento e desenvolvimento cerebral e depende fortemente da ingestão de colina para satisfazer as suas necessidades. Ingestão adequada de colina na dieta entre o 16º e o 30º dia pós-parto pode aumentar a função cerebral ao longo da vida. Grande parte da colina necessária para o recém-nascido é derivada de apenas do leite, o qual contém uma alta concentração de colina. O leite humano contém os compostos: colina, fosfocolina, glicerofosfocolina, lisofosfatidilcolina e fosfatidilcolina. A habilidade da colina em alterar o desenvolvimento cerebral pode ser atribuído ao seu papel como um precursor de esfingomielina, membrana dos fosfolipídios e acetilcolina. A colina é um precursor para a biossíntese de fosfolipídios fosfatidilcolina, lisofosfatidilcolina e esfingomielina, todos essenciais constituintes das membranas. Em particular, fosfatidilcolina é o fosfolipídio predominante (>50%) na maioria das membranas dos mamíferos. A colina é necessária na síntese de acetilcolina, um importante transmissor que influencia na função do cérebro, coração, músculo, glândula adrenal, trato gastrintestinal e muitos outros órgãos. Na maioria dos mamíferos, a deficiência da ingestão nutricional de colina depleta seus estoques corporais, o que resulta em infiltração de gordura no fígado. Isto ocorre porque a colina é necessária para a formação de fosfatidilcolina, que é essencial para a secreção da lipoproteína de muito baixa densidade VLDL, partícula necessária ao transporte de triacilglicerol do fígado. Outras possíveis complicações como retardo no crescimento, disfunções renais, hemorragias e anormalidades ósseas são também evidenciadas pela deficiência de colina. A colina é a principal fonte de grupos-metil na dieta. Um de seus metabólitos, a betaina, participa da metilação da homocisteína para formar metionina. A colina tem efeito direto na sinalização nervosa com outras células e no transporte e metabolismo de lipídios. &nIngestão excessiva em curto prazo de colina pode causar desconforto gastrintestinal, transpiração e salivação excessiva e anorexia. Em longo prazo acarreta riscos a saúde tais como injúria do sistema nervoso e cardiovascular. Em 1998, a Academia Nacional de Ciência (EUA), emitiu um relatório identificando a colina como um nutriente necessário para humanos, recomendando sua ingestão diaria em quantidades recomendadas. A Gravidez e lactação são períodos onde a reserva maternal de colina encontra-se depletada. Ao mesmo tempo, a disponibilidade de colina para o desenvolvimento normal do cérebro é crítica. Estudos indicam que a colina tem um papel no desenvolvimento da memória, portanto ingestão de colina durante a gravidez pode ser importante no desenvolvimento do cérebro. A ingestão de dois ovos por dia contêm aproximadamente a necessidade diária de colina, até que mais alimentos sejam avaliados em relação a seu conteúdo de colina, mulheres grávidas podem incluir ovos em sua dieta. Um ovo possui aproximadamente 300 mg de colina, principalmente na forma de fosfatidilcolina. Fonte: http://www.efdeportes.com/efd108/carnitina-colina-e-fosfatidilcolina.htm

Prevenção de Alzheimer

É cedo para saber. Colina,uridina e ômega-3:componentes de um coquetel estudado no MIT, para impedir Alzheimer. Parece melhorar a memória de quem usou. Estamos acompanhando. Se tiver novidades compartilho.

Gripe A: O que muda na prevenção

Prevenção da Gripe. Isopatia? Isopatia é um termo citado por Hahnemann, o sistematizador da Homeopatia. Diz ele que a Isopatia é um método de tratamento em que se pretende curar uma doença determinada com o mesmo agente que a provocou. Notem ele diz "o mesmo agente". No caso da isopatia é o mesmo agente. Então é diferente da Homeopatia que usa o semelhante. No entanto a isopatia utiliza também remédios diluídos e dinamizados (sucussionados), como a Homeopatia, e daí talvez a confusão. No caso da Gripe, e mesmo na Gripe A, preferimos dois remédios Isopáticos, o Influenzinum e Oscilococcinum por suas propriedades de estimularem as defesas contra o vírus Influenza. Preferimos a via oral, por ser a via natural de intercâmbio entre o organismo e o meio ambiente(a outra é a via inalatória), e assim, os efeitos adversos são praticamente nulos, através da estimulação do sistema de defesa de mucosa(oral-digestivo e óculo-nasal-respiratório)provavelmente mediado pelas IgA's presentes nestes dois sistemas de interface. Baseamo-nos também no método homeopático proposto por Hahnemann frente às epidemias de doenças agudas coletivas, o método do gênio epidêmico, muito bem estudado no trabalho de Barollo e Miura, em que selecionamos as reações mais frequentes, e mesmo as menos comuns que apresentam os pacientes afetados pela epidemia para selecionar o remédio ou remédios mais apropriados, neste caso trata-se de Homeopatia propriamente dita. Ressalto que trata-se de estratégia preventiva diante de epidemia de doença aguda coletiva, pois frente a um caso individual o médico homeopata sempre deve individualizar o tratamento. No caso da epidemia da Gripe pode ser usado: INFLUENZINUM 30C X OSCILOCOCCINUM 30C X SHA 20% qsp 20ml Gotas tomar 2 gotas vo 1x/semana enquanto durar a epidemia. Crianças menores de 10 anos, tomar 1 gota diluída em colher de sobremesa com água. A propósito, a Homeopatia não contraindica a Imunização recomendada pelo Ministério da Saúde, ressalvado o que todos sabemos, que a via intramuscular e intradérmica, como todas as vias não-naturais, e não utilizadas rotineiramente pela espécie aumentam o risco de efeitos adversos, digo isto genericamente e não neste caso em particular. Os riscos da vacinação devem ser acompanhados nos relatórios epidemiológicos isentos a posteriori. O uso do método Isopático e Homeopático aqui mostrado não anula os efeitos da Imunização convencional, nem o contrário. O método Isopático e Homeopático não pretende desenvolver imunidade permanente, visto que esta só é possível com a própria doença. A imunidade Isopática e Homeopática é extremamente transitória por isto recomendamos o uso semanal. A Imunização convencional trabalha com um horizonte de imunidade mais longo, mas também transitório(anos). A segurança demonstrada e os bons resultados demonstrados na prática sugerem que se use o Método Isopático e Homeopático coletivamente, e se possível, em estudos futuros controlados(pesquisas prospectivas).

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Prevenção da Dengue, Novo Estudo em Iporá

Um estudo realizado pelo Instituto Homeopático George Galvão e pelo Grupo de Estudos Homeopáticos de São Paulo Benoit Mure, em parceria com a Secretaria de Saúde de Iporá, em Goiás, testou a homeoprofilaxia contra a dengue durante a epidemia enfrentada pela cidade em 2010. O objetivo da pesquisa, demonstrar a eficácia da Homeopatia na profilaxia de doenças epidêmicas quando se segue rigorosamente a arte hahnemanniana de abordagem das epidemias.

Foi realizado um estudo prospectivo, com foco na diminuição da incidência da dengue. A partir da coleta e análise dos sinais e sintomas mais característicos e peculiares da moléstia, se caracterizou o gênio epidêmico, conforme ensinado por Hahnemann. A partir deste estudo, o medicamento que mostrou-se homeopaticamente mais semelhante foi China officinallis. A potência utilizada foi CH30, administrada em dose única na forma líquida, por via oral.

A administração das doses foi realizada em forma de campanha. A população foi sensibilizada pelos meios de comunicação locais, agentes de saúde e atendimentos de rotina nos Postos de Saúde. Dividida em duas etapas, a campanha medicou, no total, cerca de 38 mil pessoas. Confrontando os dados colhidos dos registros da Vigilância Epidemiológica (casos de dengue confirmados e divulgados) com os registros do estudo (indivíduos expostos à China officinallis CH30), obteve-se o resultado do impacto da profilaxia homeopática nesta epidemia.

Concluiu-se, então, a eficácia do método homeopático. “O estudo permite concluir pela eficácia do Método Homeopático Hahnemanniano, a partir da determinação do gênio epidêmico. Os resultados obtidos, estatisticamente significativos, comprovam a eficácia do método utilizado e os dados epidemiológicos autorizam-nos a elaborar protocolos de combate à dengue, bem como a toda e qualquer moléstia para a qual se encontre o gênio epidêmico mais homeopaticamente adequado para cada momento epidemiológico”, diz a pesquisadora Luciana Barros.

Os pesquisadores trabalham, agora, em Palestina de Goiás, município de cerca de 3.300 habitantes distante 65km de Iporá. “Este município estava em primeiro lugar de casos notificados de dengue no estado, proporcionalmente à população. De janeiro a maio de 2011, foram notificados 78 casos, com 56 positivos, confirmados por laboratório. Desde as 2.179 imunizações feitas, nenhum caso foi notificado”, conta Luciana. A próxima etapa deve acontecer em setembro, para nova contagem de dados. “Alguns gostando ou não, estamos levando a Homeopatia para o interior de Goiás”, diz a pesquisadora.
Fonte: http://www.ecomedicina.com.br/site/conteudo/noticia87.asp

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Homeopatia e Dengue

Realizar estudos para o uso de medicação homeopática no combate e prevenção da dengue em Natal. Com este objetivo, a prefeita da capital do Rio Grande do Norte, Micarla de Sousa, sancionou lei de autoria do presidente da Câmara Municipal, Edivan Martins, que propõe que a medicação seja ministrada em comunidades com maiores índices de infestação da dengue e em áreas em que a equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) definir como prioritárias.

“Faço uso da Homeopatia há muito anos e sei o quanto isso tem ajudado a minha família a se prevenir de várias doenças, inclusive da dengue. Por isso, apoio e sanciono essa lei para que a população de Natal também tenha acesso a esse medicamento e também possa estar protegida. O nosso primeiro passo é fazer teste em uma comunidade específica para depois chegar a toda a cidade”, declarou a prefeita Micarla de Sousa.

Um dos bairros que poderão ter ministrado estes medicamentos homeopáticos é Mãe Luiza, uma das áreas da cidade com maior incidência de casos da doença, de acordo com os dados da SMS. Para que a medicação homeopática seja aplicada, a lei determina que seja executada pelas unidades de Saúde na dosagem prescrita por profissional responsável.

O autor da lei destacou a eficácia do tratamento homeopático contra a dengue em outras cidades do país. “Em cidades como Macaé, São José do Rio Preto e Vitória o tratamento homeopático já é utilizado e tem contribuído para reduzir de forma significativa os casos de dengue. Agradeço a prefeita por ter essa iniciativa de permitir que esses estudos e tratamentos passem a realizados também com os natalenses”, disse Edivan Martins.
Fonte: http://www.ecomedicina.com.br/site/conteudo/noticia77.asp

LÍTIO: FAZENDO MILAGRES

O Lítio é um íon bem conhecido e utilizado em Homeopatia. É um remédio maravilhoso para bipolaridade. O British Journal of Psychiatry (2011) 198 tem vários artigos abordando as propriedades deste íon. Vão desde redução de índices de suicídio nas populações em locais com fonte maior de Litio, e o inverso também ocorrendo(aumento das taxas de suicídio em locais com água pobre em Lítio), melhora da cognição em quadro demenciais leves, o que pode levar a novas abordagens para Alzheimer e outras doenças semelhantes.