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Poluentes do Ar em Porto Alegre

Qualidade de vida dos gaúchos

Estado divulga qualidade do ar de bairros da Capital


A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) divulga, amanhã (29 de abril), às 9 horas, os resultados do "Estudo da Genotoxicidade dos Poluentes do Ar em Diferentes Áreas da Cidade de Porto Alegre", que se apresenta como um mapa de risco atmosférico. A análise teve início em 2006. A Secretaria Estadual da Saúde (SES), através do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), apoiou a pesquisa. O evento será realizada no auditório do CEVS, na rua Domingos Crescêncio, n° 132, em Porto Alegre.

O objetivo foi de avaliar a associação entre os níveis de poluição atmosférica, em algumas áreas de Porto Alegre, e a taxa de genotoxicidade (dano ao nível celular) detectada através de um bioindicador vegetal Tradescantia pallida.

Conhecida popularmente como coração roxo, é uma planta ornamental facilmente encontrada em jardins e vias públicas. É um excelente bioindicador, pois reage às alterações ambientais modificando suas funções vitais e com isso fornece informações sobre a situação ambiental de um determinado local.

A espécie foi exposta, em alguns pontos da cidade de POA, nas quatro estações do ano, por determinados períodos e teve suas inflorescências coletadas para avaliação em laboratório.

A poluição atmosférica consiste em uma das mais graves ameaças à sociedade moderna, já que os efeitos da concentração de gases, a longo prazo, não são totalmente conhecidos. Problemas ambientais relacionados com o comprometimento da qualidade do ar começaram a ser observados a partir da década de 70 com o crescimento da produção industrial e da frota de veículos automotores. As conseqüências se refletem na saúde da população, uma vez que muitas doenças relacionadas ao aparelho respiratório e cardiovascular são agravadas pela poluição.

Entre os indivíduos sadios, a exposição a poluentes do ar possibilita a ocorrência de alterações clínicas e metabólicas, que são precursoras de doenças respiratórias e cardiovasculares.


Autor: ASCOM
Fonte: Secretaria Estadual da Saúde do RS

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